• Título de dívida/Mútuo/Debt Crowdfunding


No caso das incorporações, por exemplo, o investidor simplesmente está emprestando dinheiro ao empreendedor e recebendo ao final da obra seu capital e prêmio pelo empréstimo, o que configura sua remuneração.

Desta forma, é celebrado entre investidor e SPE (sociedade de proposta específica - empresa criada para o empreendimento) um contrato de mútuo, assinado por ambos digitalmente e por duas testemunhas. Dessa forma, tal título de dívida se trata de título executivo extrajudicial, o qual poderá ser executado pelos investidores no vencimento.

  • Participação/Equity Crowdfunding


Neste caso, o investidor se torna sócio do empreendedor. Isto é, caso seja construído por exemplo um supermercado para obtenção de aluguéis, ele se torna dono de uma fração daquele imóvel e obtém direito a receber sua quota da renda gerada.

Desta forma, são formadas SCPs (sociedade em conta de participação) ou SAs (sociedade anônima) entre investidor e empreendedor, através de contrato assinado digitalmente.

Neste modelo, o investidor se torna sócio oculto e o empreendedor sócio ostensivo, sendo este o único responsável pela administração do imóvel e por eventuais problemas relacionados a terceiros.

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