Caso ocorra uma inadimplência, todos os títulos executivos extrajudiciais precisarão ser executados.

Todas as operações da INCO estão submetidas a uma régua de cobrança. Primeiramente, a INCO realiza uma cobrança preventiva, acompanhando de perto as previsões de pagamento e enviando um alerta por e-mail com as datas de vencimentos.

Em caso de inadimplência, após o primeiro dia de vencimento se inicia um processo de cobrança amigável, onde todos os tomadores e avalistas são comunicados que, caso a empresa continue inadimplente até o 30º dia após o vencimento, a empresa e os avalistas serão negativados junto aos órgãos protetores de crédito.

Durante o período de 30 dias, caso seja percebido que existe a real intenção do cliente em realizar o pagamento, podemos tomar a decisão de propor uma negociação dos valores em aberto. Os contratos são negociados com atualização de juros, multa e mora.

Após 30 dias da data de vencimento original e sem sucesso na renegociação, será iniciada a cobrança na via judicial.

Na execução da dívida, o Poder Judiciário é acionado como forma de coagir o devedor ao pagamento. Devido a CCB (Cédula de Crédito Bancário) ser um título executivo extrajudicial, é possível ajuizar uma execução. Assim, quando a ação de execução é iniciada, o devedor é notificado com um prazo para pagar o valor devido ou apresentar defesa com indicação de bens como garantia. Caso o pagamento da dívida não seja realizado ou o devedor não forneça garantia, o juiz fará o levantamento de bens em nome do devedor que podem ser colocados em penhora.

Importante salientar que todos os investidores da captação serão reunidos para se fazer uma execução em conjunto, alcançando maior força jurídica além das vantagens econômicas. A ação judicial será realizada por escritórios de advocacia parceiros, que serão remunerados apenas no sucesso da causa. A INCO será responsável pelas custas judiciais iniciais para acelerar o processo e será ressarcida dos valores pagos em caso de sucesso.

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